terça-feira, 6 de novembro de 2012

Alice no País das Maravilhas

        Em 1865 Charles Lutwige Dogson publicou Alice no País das Maravilhas, sob o pseudónimo de Lewis Carroll. O livro foi escrito a pedido de Alice Liddel, filha de amigos do escritor inglês. Conta a história de uma menina, também chamada Alice, que cai pela toca de um coelho e entra num mundo imaginário paralelo, governado pela Rainha de Copas. É aí que conhece personagens enigmáticas como o Chapeleiro Louco ou o Coelho Branco.      
      Apesar de ter sido escrito como um livro para crianças, Alice no País das Maravilhas tem vários níveis de leitura, estando carregado de simbolismo. Não é, pois, uma obra de apreensão fácil. Tal como sucedeu anos mais tarde com o criador de O Feiticeiro de Oz, há quem defenda que C.S.Lewis, escolheu uma criança para protagonista e usou o artifício de um sonho da mesma, para construir uma crítica à sociedade em que vivia. Poderá ser. Mas qualquer que fosse o sentido que pretendeu à sua obra, o certo é que a mesma tem encantado crianças e adultos e inspirados outros criadores.
     As imagens que apresento são de desenhos Salvador Dali que, no final dos anos sessenta do século passado, ilustrou uma versão de Alice no País das Maravilhas (podem vê-las aqui). Mas muitos outros artistas plásticos se deixaram tentar. Isso mesmo pode ver-se na exposição da Calouste Gulbenkian patente ao público desde 1 de Novembro, Um chá para Alice, para ver até 10 de Fevereiro de 2013.

Um chá de loucos


O depoimento de Alice

      

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