segunda-feira, 4 de maio de 2015

Bonjour tristesse, Françoise Sagan



Poucas vezes o cinema consegue estar à altura dos livros em que se inspira. Este filme de Otto Preminger é uma das excepções. Com uma realização e interpretação primorosas dá vida às personagens do livro de Sagan que parecem saltar das suas páginas. A história é simples: um pai e uma filha habituados a uma vida sem contrariedades e a mulher que se apaixona pelo primeiro.Reli o livro este fim-de-semana depois de rever o filme. E concluo que não são precisas muitas palavras para descrever o efeito pernicioso do egoísmo alheio nas nossas vidas. 

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