Sou contra toda
e qualquer forma de snobismo literário. Sempre tive dúvidas sobre cânones e,
embora lhes reconheça relevo indicativo sobretudo nos anos de formação, acho
que quem lê se deve emancipar de fórmulas e explorar o fabuloso mundo dos
livros. O que se escreveu em tempos idos nas mais variadas latitudes e o que se
escreve agora em todos os cantos do mundo. Há algo de muito satisfatório em descobrir as nossas emoções plasmadas num poema escrito algures na China e de reconfortante em lermos um romance escrito na América do Sul, mas que nos cai como um vestido feito à medida, por exemplo. Por isso, gostei particularmente de
ler este testemunho que encontrei no The Guardian. Os livros devem ser
território de liberdade e não um lugar de vergonha.

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